
Bem eu acabei de postar que não tive tempo para Fante, mas acabei de ler quatro capítulos.
Logo depois fui a uma loja de conveniência, comprei um
queijo, chocolate quente e pão de forma para comer com maionese canadense (hellmanns), na hora de pagar vê minha carteira quase vazia, fui até ao caixa eletrônico e saquei 10,000 yenes, junto com o dinheiro peguei o extrato, não devia ter olhado para ele, mas olhei, eu olhei para miséria que é minha conta.
Sempre quis ser como um Marcel Proust, mas soube desde sempre que não sou um francês nobre aristocrata, então quis ser como Rimbaud ou Baudelaire ou Jim Morrison, mas não sou tão poético e tão pouco sinto a vida com presságios de morte
Sou como Fante e bukowiski, ou seja um pobre tentando escrever algo que de prazer e dinheiro.
Dizem que são os livros que nos acham e eles sabem quando e onde nos achar, Pergunte ao Pó está preciso.

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