Meu ofício, minha arte, é viver.
Quem me censura por falar de mim, de minha vida e de meus próprios sentimentos, que vá proibir um arquiteto de se referir às suas próprias construções.
Eu me mostro por inteiro, como peça anatômica, cujas veias, músculos, tendões, são visíveis em seus lugares.
Mas as pulsações e o que se passa dentro de mim, estes são eu mesmo. É sobre eles que falo, sobre minha essência.
Montaigne
domingo, 2 de março de 2008
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